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TABLÓIDE FLUMINENSE ENTREVISTA : RODRIGO HALLVYS
Posted by Alex Alves
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segunda-feira, 8 de agosto de 2011
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Artes,
artistas,
Entrevistas,
Personalidades,
teatro,
volta redonda
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comentários (15)
O ATOR DE TEATRO MAIS CONHECIDO DO CIRCUITO SUL FLUMINENSE EXPLICA SEU SUMIÇO DOS PALCOS.
Rodrigo Alves Machado começou a atuar quando tinha apenas nove anos e desde então dedicou-se à arte da interpretação. Em sua carreira participou em vários grupos de teatro, atuou e dirigiu vários espetáculos e produziu sete festivais com o grupo Estudarte. Em 2004 conseguiu ter o seu próprio curso de Interpretação e Produção em parceria com o Colégio Volta Redonda, colhendo assim os frutos do prêmio de melhor ator do ano 2000 que conquistou em um concurso no Rio de Janeiro, cidade onde viveu e também participou em algumas produções televisivas.
Depois de todas estas conquistas, Rodrigo resolveu se afastar dos palcos. O Tablóide fluminense procurou o ator para descobrir os motivos desta mudança. Em uma conversa descontraída com Pietro Schimith, Rodrigo Hallvys revela os detalhes e nos conta o seu atual paradeiro.
Depois de todas estas conquistas, Rodrigo resolveu se afastar dos palcos. O Tablóide fluminense procurou o ator para descobrir os motivos desta mudança. Em uma conversa descontraída com Pietro Schimith, Rodrigo Hallvys revela os detalhes e nos conta o seu atual paradeiro.
TF: Como é ser artista em Volta Redonda?
Rodrigo Hallvys: Meu envolvimento com teatro começou quando eu ainda era criança. Hoje minha forma de pensar teatro é completamente distinta de quando comecei e Volta Redonda é uma cidade nova, tem menos de 60 anos. Foi fundada com objetivos tecnicistas e não se consegue mudar isso em duas ou três gerações e apagar vestígios. Mas se analisarmos, nos últimos dez anos os artistas estão podendo mostrar melhor seu trabalho. Tem muita mão de obra boa. Os espaços vão sendo preenchidos e desenvolvidos por esses artistas.
TF: Há quanto tempo você deixou a circuito de teatro no Sul Fluminense?
Rodrigo Hallvys: Eu deixei há oito meses e voltei a morar no Rio de Janeiro.
TF: E qual foi o motivo da mudança?
Rodrigo Hallvys: Eu parei porque queria ter uma vida comum por um tempo, sentia muita falta do Rio e meu objetivo era apenas em voltar pra cá e ter uma vida tranquila, trabalhar só durante a semana em horário comum.
TF: Qual é a sua cidade de origem?
Rodrigo Hallvys: Nasci em Volta Redonda, mas como já havia morado no Rio de Janeiro, muita gente acha que sou carioca. Porém sou voltarredondense e nunca neguei isso.
TF: Você trabalhava muito quando fazia teatro em Volta Redonda?
Rodrigo Hallvys: Eu trabalhava demasiadamente. Cheguei a ficar doente no fim de 2009. Entrei em estafa. A minha sorte é que tenho ótima alimentação e meu corpo só não estava mais reagindo por cansaço mesmo. E, como ainda tinha o último ano da facul, decidi ficar só mais 2010 com o teatro. Quando acabei a Licenciatura em Teatro, no UGB de Barra do Piraí, fechei meu curso e voltei para o Rio.
TF: Você acha que falta apoio cultural em Volta Redonda? Já passou por isso?
Rodrigo Hallvys: 'Falta de apoio' pode ser uma expressão simplista. Aprendi isso com o tempo. Não tinha falta de apoio, eu tinha até bastante patrocínio.
TF: E você via o resultado financeiro de tanto trabalho? O dinheiro compensava?
Rodrigo Hallvys: Posso dizer que não devo ninguém e isso já compensa. Mas se a gente olhar a quantia de exaustão pela renda fica uma dúvida sim.
Posso dizer que não me arrependo, aprendi muito, revisei muita coisa do meu trabalho. A faculdade me fez muito bem. Foi um ótimo investimento.
TF: Você ficou muito conhecido graças aos meios de comunicação regionais, que sempre divulgaram seu trabalho. Como era sua relação com esses meios?
Rodrigo Hallvys: Dos meios de comunicação sóó tenho a agradecer. Os jornalistas sempre procuraram entender minhas propostas e meus objetivos de trabalho, acompanharam de uma forma completamente bacana.
TF: Você pensa em voltar a atuar?
Rodrigo Hallvys: Estou curtindo essa fase que estou vivendo. Voltar pra casa no fim do expediente e não ter que levar texto, figurino ou ficar até tarde da noite e fim de semana martelando a cabeça com detalhes de marcação, luz, sonoplastia, entonações e afins. As pessoas comigo falavam que se divertiam, que tinham tempo para um monte de coisas. Muitas vezes eu não tinha tempo nem para a minha família. Então, resolvi experimentar essa vida “comum”. Não sei se um dia eu sentirei falta, não sei o dia de amanhã. Mas estou curtindo o momento.
TF :O que tem de bom no atual circuito de teatro da região?
Rodrigo Hallvys: Tem peças que estão com ótimo público no Sesc, produzidas pela galera do Marcelo Soares. Algumas têm o Binho Soares no elenco e ele é fera. A galera do Sala Preta também vem sempre com propostas novas, tem vários artistas e várias roupagens a ser apreciadas aí.
TF: O que você tem a dizer para as pessoas que sempre acompanharam a sua carreira?
Rodrigo Hallvys: Agradeço a cada um. Todos que me acompanharam sabem o quanto eu estava exausto e que precisava me esquivar. Dar uma pausa. Tenho carinho, amizade e admiração por tanta gente da região que não vou conseguir fazer uma lista.
Comida Tricotada
Posted by Alex Alves
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domingo, 22 de maio de 2011
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Artes
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comentários (1)
Olá pessoal!!
Pois é, parece que o bordado, tricô, crochê, etc estão tomando conta da moda e artes.
Utilizando cadarços, ráfias, linho, algodão, entre outros materiais, Ed Bing Lee criou uma série de esculturas deliciosas entitulada Delectable. Veja o cardápio completo.
Hah adoorei!
Bjinhuxx
CONDOMÍNIO CULTURAL COMEÇA A SE CONSTRUIR EM VOLTA REDONDA
Posted by Alex Alves
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sábado, 14 de maio de 2011
, under
Artes,
Cultura Sul Fluminense,
ECFA
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comentários (0)
*Por Fabiana Longo (via @VoltaCultural)
O projeto do Condomínio Cultural nasceu de uma parceria entre o Instituto e a Associação de Moradores. Foi observada a necessidade de unir as diversas linguagens artísticas isoladas com ações esportivas, em prol de um único objetivo: gerar nesses jovens e crianças experiências estéticas, cognitivas, afetivas e psicomotoras, que possibilitem absorção de valores e costumes. A busca pela construção do conhecimento através de vivências corporais possibilita outras formas de leitura de mundo e novos modos de pensar o cotidiano e pensar a arte e o esporte como fator de inclusão social.
Outras parcerias estão surgindo: o projeto “Minha Primeira Sapatilha”, sob coordenação de Camilla Araújo e Meyre da Matta, já iniciará as aulas de ballet; a cia de Teatro Quiproquó também está na programação, com Aline Mara na coordenação; Thiago Salazar e Arnaldo Montenegro oferecem aulas de rugby, com o apoio do Rugby Volta Grande. E, em breve, terão novidades com grupo Proscenium de teatro; na área de Áudio Visual e Fotografia com o Clube Foto Filatélico; com Fancine Ong Ideais na formação cidadã; produção com a Viva Cultura e os produtores Marcelo Bravo e Viviane Saar; além de atores consagrados como Luciene Marte, que estão apostando na descentralização de movimentos da arte, cultura e esporte na região.


