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QUEM TEM MEDO DO BENJAMIM STREINBUCH ?

Posted by Alex Alves on segunda-feira, 12 de setembro de 2011 , under , , , | comentários (0)




É impossível falar de uma cidade do interior do estado do Rio de Janeiro chamada Volta Redonda sem associar com a imagem da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional). Afinal, essa cidade foi praticamente inventada para receber a siderúrgica criada por decreto do então presidente Getúlio Vargas. Daí em diante o distrito denominado Santo Antonio de Volta Redonda (Oitavo Distristo de Barra Mansa) emancipou-se, começou a crescer, recebeu gente vinda de vários lugares em busca de trabalho e condições de vida.

Mas eu não estou aqui pra contar a história da cidade e muito menos de uma industria, não que as mesmas não sejam interessantes. Pelo contrário, além de ser muito aliciante pesquisar sobre a história contemporânea do Brasil, é importante saber do passado para entender o que acontece nos dias de hoje em Volta Redonda.

Hoje a CSN é uma empresa privada, pertence e é comandada pelo "todo poderoso" e "temido" Benjamim Streinbuch. Esse senhor gaúcho, de família judaica com origem russa tem estampado ultimamente manchetes antipáticas em jornais da cidade do aço. Nas últimas semanas, Benjamim resolveu processar um jornal local, dizendo que as matérias publicadas pelo mesmo, incitava o ódio à sua pessoa e o deixava com imagem de vilão. 

Lendo isso você pode até pensar que o Magnata da CSN é muito criticado por essas bandas...Mentira! São poucos, mesmo muito poucos que tem coragem de dizer o que quer  que seja sobre os desmandos da siderúrgica na cidade. É claro que existe os que tem a coragem de contrariar, mas quando abrem a boca, levam com um processo em cima...

Não é preciso ser nenhum gênio pra saber que a CSN polui e muito a cidade de Volta Redonda, mas o que muita gente ainda não sabe é que a industria do Benjamim manteve pelo menos quatro lixões clandestinos nas terras onde passaria a imaginária Rodovia do contorno. Um verdadeiro escândalo ambiental.
Se quiser saber mais sobre os lixões da CSN clique «««««««««««aqui»»»»»»»»»»».

A siderúrgica possui ainda muitos terrenos e imóveis na cidade do aço, dos quais a mesma não usufrui e e nem os vende. Caso esses terrenos fossem vendidos, Volta Redonda teria bons espaços próximos ao Centro da cidade para instalação de novos empreendimentos.

São inúmeros  os podres e desmandos que acontecem em Volta Redonda. Porém o que mais impressiona é que ninguém tem a coragem de dizer. Será que a imprenssa local além de se vender para a prefeitura, se vende também para o Benjamin, em troca de anúncios publicitários?

Ainda bem que nem todos tem medo de Benjamin Streinbuch, neste quesito destaco o Jornal AQui (este que está sendo processado) e o escritor Ricardo Tiezzi que escreveu um livro chamado "A Usina da Injustiça" (foto acima), onde ele ousa contar todas as mazelas da CSN desde sua privatização.
Uma salva de palmas para aqueles que não tem medo de dizer a verdade, que não tem medo do poder econômico desta elite sem escrúpulos do nosso Brasil.



LARISSA AMITTI COMEMORA SEUS 21 ANOS

Posted by Alex Alves on sexta-feira, 2 de setembro de 2011 , under , , , | comentários (0)




Larissa Amitti (Miss Volta Redonda 2008) completou seus 21 anos nesta quinta feira (01/09) e comemorou o seu aniversário com a família e amigos mais chegados. 
A modelo foi para o Top das mais requisitadas da região desde que venceu o concurso de Miss em 2008 e à partir daí, a bela não parou de desfilar e posar para campanhas publicitárias. Mas, engana-se quem pensa que Larissa é só um rostinho bonito, a filha dos advogados Telma Amitti e Aloízio Pedro também pretende seguir nesta carreira. Ela cursa o 8º Período de Direito e faz estágio em um Escritório de Advocacia.

REPÓRTER DO "JORNAL AQUI" FAZ STAND UP COMEDY EM VOLTA REDONDA

Posted by Alex Alves on segunda-feira, 15 de agosto de 2011 , under , , , , | comentários (0)





 Além de causar polêmica com suas matérias no Jornal Aqui, o repórter Vinícius de Oliveira também faz humor. Isso mesmo, o repórter que invadiu as escolas de Volta Redonda e gerou polêmica com um vídeo no youtube, onde fazia piada com nomes conhecidos da política regional, resolveu levar isso à sério. Na próxima sexta, 19/08, à partir das 20:00, Vinícius vai se apresentar em um show de stand up comedy no bar Carioquice, no Jardim Amália, em Volta Redonda (em frente a faculdade ICT).
Se a apresentação for tão engraçada quanto o vídeo que foi censurado, o rapaz tem futuro promissor nesta carreira. Pois o vídeo era hilário e com certeza que o entrevistado do tal vídeo,  Alan Cunha não vai perder o evento, visto que ele é o mais top das baladas da cidade ultimamente.

ALAN CUNHA É TOP NAS BALADAS

Posted by Alex Alves on terça-feira, 9 de agosto de 2011 , under , | comentários (0)




Depois de conceder uma entrevista bombástica para a repórter Marry Cleydje do Jornal Aqui, Alan Cunha ficou com o filme pra lá de queimado. Na entrevista, o jovem político praticamente lançava sua candidatura à prefeitura de Volta Redonda e dizia coisas cabeludas sobre políticos da região e sobre sua própria vida sexual. O episódio parecia ter destruído de vez o futuro político do nosso amigo. Mas não foi isso que aconteceu, tudo tem uma solução. E, a estratégia usada por ele foi muito boa, sim Senhor. Alan e seus amigos denunciaram os vídeos da entrevista maldita que estavam no youtube e logo à seguir deram aquela repaginada em seu blog, deram um tapa no visual do rapaz e pronto... Tudo bem outra vez!

Outro fato que manchava a imagem do rapaz era participar da associação de moradores do bairro Retiro sem nem ao menos morar naquele bairro. E, mais uma vez, para desfazer esse mal entendido, nosso amigo começou a divulgar em seu blog, eventos de várias associações de moradores. Em seu blog você vai encontrar muitos eventos e vai poder ser também um "Top na balada" como Alan Cunha.

Seguem os eventos:
Dia 20 de Agosto, sábado, evento do Dia Nacional do Folclore no Bairro Açude

A AMABA( Associação dos Moradores e Amigos do Bairro Açude I, II, III E IV), convidama todos para participarem de um evento do Dia Nacional do Folclore que acontecerá no dia 20 de Agosto de 2011, sábado, no Ginásio Poliesportivo Néri Miglioli, das 14 ás 18 h, com as apresentações culturais de escolas, com o grupo “Meninos do Batuque”, que são alunos do CIEP Toninho Marques do Bairro Belmonte e também de grupo de “Hip Hop” e a participação do grupo da “Quadrilha da Terceira Idade” do Ginásio do Bairro Açude e do grupo de Teatro” Caravana da Cultura”.

* Maiores informações com o presidente da Associação de Moradores: Antônio Xaxá- Tel.: (24) 9969-3684 ou comigo no (24) 9914-602


Então você já sabe onde encontrar os melhores eventos dos bairros de Volta Redonda.

TABLÓIDE FLUMINENSE ENTREVISTA : RODRIGO HALLVYS

Posted by Alex Alves on segunda-feira, 8 de agosto de 2011 , under , , , , , | comentários (15)




O ATOR DE TEATRO MAIS CONHECIDO DO CIRCUITO SUL FLUMINENSE EXPLICA SEU SUMIÇO DOS PALCOS.





Rodrigo Alves Machado começou a atuar quando tinha apenas nove anos e desde então dedicou-se à arte da interpretação. Em sua carreira participou em vários grupos de teatro, atuou e dirigiu vários espetáculos e produziu sete festivais com o grupo Estudarte. Em 2004 conseguiu ter o seu próprio curso de Interpretação e Produção em parceria com o Colégio Volta Redonda, colhendo assim os frutos do prêmio de melhor ator do ano 2000 que conquistou em um concurso no Rio de Janeiro, cidade onde viveu e também participou em algumas produções televisivas.
Depois de todas estas conquistas, Rodrigo resolveu se afastar dos palcos. O Tablóide fluminense procurou o ator para descobrir os motivos desta mudança. Em uma conversa descontraída com Pietro Schimith, Rodrigo Hallvys revela os detalhes e nos conta o seu atual paradeiro. 

TF: Como é ser artista em Volta Redonda? 

Rodrigo Hallvys: Meu envolvimento com teatro começou quando eu ainda era criança. Hoje minha forma de pensar teatro é completamente distinta de quando comecei e Volta Redonda é uma cidade nova, tem menos de 60 anos. Foi fundada com objetivos tecnicistas e não se consegue mudar isso em duas ou três gerações e apagar vestígios. Mas se analisarmos, nos últimos dez anos os artistas estão podendo mostrar melhor seu trabalho. Tem muita mão de obra boa. Os espaços vão sendo preenchidos e desenvolvidos por esses artistas. 

TF: Há quanto tempo você deixou a circuito de teatro no Sul Fluminense?

Rodrigo Hallvys: Eu deixei há oito meses e voltei a morar no Rio de Janeiro. 

TF: E qual foi o motivo da mudança? 

Rodrigo Hallvys: Eu parei porque queria ter uma vida comum por um tempo, sentia muita falta do Rio e  meu objetivo era apenas em voltar pra cá e ter uma vida tranquila, trabalhar só durante a semana em horário comum. 

TF: Qual é a sua cidade de origem? 

Rodrigo Hallvys: Nasci em Volta Redonda, mas como já havia morado no Rio de Janeiro, muita gente acha que sou carioca. Porém sou voltarredondense e nunca neguei isso. 

TF: Você trabalhava muito quando fazia teatro em Volta Redonda? 

Rodrigo Hallvys: Eu trabalhava demasiadamente. Cheguei a ficar doente no fim de 2009. Entrei em estafa. A minha sorte é que tenho ótima alimentação e meu corpo só não estava mais reagindo por cansaço mesmo. E, como ainda tinha o último ano da facul, decidi ficar só mais 2010 com o teatro. Quando acabei a Licenciatura em Teatro, no UGB de Barra do Piraí, fechei meu curso e voltei para o Rio. 

TF: Você acha que falta apoio cultural em Volta Redonda?  Já passou por isso? 

Rodrigo Hallvys: 'Falta de apoio' pode ser uma expressão simplista. Aprendi isso com o tempo. Não tinha falta de apoio, eu tinha até bastante patrocínio.
TF: E você via o resultado financeiro de tanto trabalho? O dinheiro compensava? 

Rodrigo Hallvys: Posso dizer que não devo ninguém e isso já compensa. Mas se a gente olhar a quantia de exaustão pela renda fica uma dúvida sim. 
Posso dizer que não me arrependo, aprendi muito, revisei muita coisa do meu trabalho. A faculdade me fez muito bem. Foi um ótimo investimento.

TF: Você ficou muito conhecido graças aos meios de comunicação regionais, que sempre divulgaram seu trabalho. Como era sua relação com esses meios? 

Rodrigo Hallvys: Dos meios de comunicação sóó tenho a agradecer. Os jornalistas sempre procuraram entender minhas propostas e meus objetivos de trabalho, acompanharam de uma forma completamente bacana.

TF: Você pensa em voltar a atuar? 

Rodrigo Hallvys: Estou curtindo essa fase que estou vivendo. Voltar pra casa no fim do expediente e não ter que levar texto, figurino ou ficar até tarde da noite e fim de semana martelando a cabeça com detalhes de marcação, luz, sonoplastia, entonações e afins. As pessoas comigo falavam que se divertiam, que tinham tempo para um monte de coisas. Muitas vezes eu não tinha tempo nem para a minha família. Então, resolvi experimentar essa vida “comum”. Não sei se um dia eu sentirei falta, não sei o dia de amanhã. Mas estou curtindo o momento. 

TF :O que tem de bom no atual circuito de teatro da região?

Rodrigo Hallvys: Tem peças que estão com ótimo público no Sesc, produzidas pela galera do Marcelo Soares. Algumas têm o Binho Soares no elenco e ele é fera. A galera do Sala Preta também vem sempre com propostas novas, tem vários artistas e várias roupagens a ser apreciadas aí. 

TF: O que você tem a dizer para as pessoas que sempre acompanharam a sua carreira? 

Rodrigo Hallvys: Agradeço a cada um. Todos que me acompanharam sabem o quanto eu estava exausto e que precisava me esquivar. Dar uma pausa. Tenho carinho, amizade e admiração por tanta gente da região que não vou conseguir fazer uma lista.

FRASE DA SEMANA

Posted by Alex Alves on sábado, 19 de fevereiro de 2011 , under , , | comentários (0)





Vamos deixar de cinismo, Senhor Prefeito, e assumir de vez que o seu Governo foi o pior da história de Volta Redonda para o funcionalismo público municipal." 


( Sergio Boechat)





TABLÓIDE FLUMINENSE ENTREVISTA: GIOVANI MIGUEZ

Posted by Alex Alves on quarta-feira, 27 de outubro de 2010 , under , , , | comentários (1)



Giovani Miguez seria apenas mais um blogueiro do sul Fluminense, se não fossem as polêmicas que o seu blog causa em Volta Redonda. As críticas constantes ao governo local incomodam o poder, mas para os seus leitores, Giovani é um grande aliado da população, que queixa-se da falta de transparência e imparcialidade dos meios de comunicação regionais. Além da grande audiência conseguida na internet, o publicitário de 32 anos, possui um curriculum invejável. É graduado em Gestão Pública com extensão emJornalismo de Políticas Públicas e Sociais. E ainda possui vasta experiência  na área de marketing, na política e até no ramo imobiliário.
 Nesta entrevista você irá conhecer um pouco sobre os bastidores do polêmico blog e do homem por trás do link www.giovanimiguez.com 
 

TF: O seu blog é um dos mais lidos atualmente no sul fluminense. A que você atribui esse sucesso?
Giovani: Bem, apesar de um jornal local insistir na estapafúrdia tese do "fimdos blogs", o fato é que são os blogs - sobretudo o meu e o doBoechat (www.sergioboechat.blog.br) - que estão denunciando todas asmazelas de um (des)governo que não respeita a lei, persegue e maltrataservidores e coopta a imprensa e as lideranças. 
Talvez, por isso, pelaindependência que tenho e pela ousadia. Uma ousadia, aliás, que lamentavelmente falta à grande partes dos jornalistas, principalmenteos que mantêm blogs, e preferem omitir-se para não se comprometer.
Se umdia conseguirmos a divulgação da folha de RPA´s (recibos de pagamentos autônomos) da prefeitura de Volta Redonda, tenhoconvicção que muitas respostas surgirão.






TF: Quem são os leitores do seu  blog?

 Giovani:  Meublog é lido geralmente por quem gosta de política. É claro que sou lidopor quem gosta do prefeito e dos que estão no poder em Volta Redonda.Mas esses lêem por "ossos do ofício". Mas tenho uma diversidade deleitores muito interessantes. Sobretudo pelo fato de não falar só depolítica ou só de Volta Redonda. 
TF: Qual é a reação das pessoas quando te reconhecem na rua?
 Giovani:  Acontecealgumas vezes, a reação é sempre muito parecida, por que geralmentequem comenta é quem compartilha da mesma indgnação que eu. Como blog éum canal de opinião, fico muito a vontade para dizer o que penso.
Oque acaba tendo competências.    "  Uma vez estava na fila de um banco e umasenhora perguntou meu nome. Eu disse e ela me deu um tapa e começou ame agredir. Dizia que eu era injusto com o prefeito." 
 Me deu uma crisede riso e aí a neta ou filha dela (não sei ao certo) a conteve. Eupedi um minuto da atenção dela para explicar minha posição.Mostrei a ela que a política do Neto para a terceira idade era umengodo pois atendia uma pequena parcela dos idosos e que, se ela fossesensível, poderia ir na periferia para ver a quantidade de idosos queamargam na fila dos postos, sem remédio, vivendo de salário mínimo esem amparo do governo.
Essa política de viagens, academia e bloco decarnaval atende uma parcela privilegiada de aposentados com saúde,renda, plano de saúde e que moram na colina, monte castelo, sessenta ebairros de classe média.
Essanão é a realidade da maioria dos idosos. Espero que a ficha dela tenhacaído, por que essa política para a terceira idade é alienante.


TF: As críticas feitas por si  a atual administração de Volta Redonda, já lhe custaram alguma ameaça,censura, ou retaliação?
 Giovani: No início sofria retaliação do jornal local. O que, aliás, não era dese estranhar. Afinal, estava claro que o mesmo tinha relaçõescomerciais muito estreitas. O jornal sempre respondia às criticas. Mas,com o tempo, eles perceberam que não valia a pena por que os ataquesnão me intimidariam.
Hoje, com a obrigação do prefeito em publicar empenhos, fica muitoclaro o "empenho" do jornal. Só em setembro, mais R$ 170 mil foramdestinados à esse jornal.
TF: A prefeitura de Volta Redonda deixa muito a desejar, isso é fato. Masfalando em soluções, você seria capaz de dizer de forma rápida qualseria a solução para a cidade ?

 Giovani: Falar em soluções é muito complicado quando não há transparência.Alguns "críticos sempre alegam que criticar é fácil, difícil é proporalgo". De fato, não é fácil propor, mas criticar é um primeiro passo enão tem nada de fácil. Se tivesse, tinha mais gente fazendo. Mas aoposição (se é que podemos chamar assim) é omissa e sobretudo osmovimentos sociais (associações de classe, de moradores e o próprioMEP - movimento ética na política ). Todos se comportam como se tudo estivesse bem. Sobre propostas:temos sugerido, por exemplo, uma reforma na saúde, com um choque degestão e profunda qualidade nos gastos públicos. O problema em VoltaRedonda e que o dinheiro público não é gasto com qualidade. Vide aquantidade de contratos com "dispensa de licitação", a folha de RPA ede contratos. Só RPA temos notícia que a folha chega a R$ 3 milhões.Mantemos um grupo que tem analisado as contas, levantado informações e,não temos dúvida, que em 2012 teremos um diagnóstico do caos que éVolta Redonda e teremos alguns caminho a apontar.
 Em 2012, mostraremos a população que o governo atualtornou-se um cancer para a cidade. Uma doença que foi consumindo acidade por dentro enquanto a casa era maqueada com obras superficiais.Vamos comparar esse governo sem projeto com um projeto para a cidade
  
TF: Você trabalhava no ramo imobiliário. Quando foi que mudou para comunicação e marketing?
Giovani: Foi natural. Em 2001 comecei a fazer faculdade de economia em Resende etinha me formado em publicidade. Montei uma imobiliária e mantive umapequena agência focada em marketing imobiliário. Quando vi já estava maisenvolvido na comunicação, marketing e - sobretudo na política - edeixei em 2004 o ramo imobiliário. Não obstante, continuei vendendoimóveis até 2009, ano em que suspendi meu CRECI definitivamente. Hojeme dedico à consultoria e assessoria em Políticas Públicas e Sociaise tento estabelecer um selo editorial.

 TF: Você criou um selo editorial com o objetivo de promoverpequenos autores regionais. A idéia resultou?
 Giovani: O "Selo Editorial Médio Paraíba" é uma realidade. Lançamos dois livros - "A Arte daGovernabilidade", do Sérgio Boechat e "Alguma História, AlgumaPolítica", do professor Antonio Marcelo Jackson. Temos mais cincotítulos em processo de edição. Não é fácil, sobretudo pelo custo demanter o projeto. Mas vamos devagar, para chegar longe. Uma ideia comoessa precisa ser construída com paciência e persistência.
 
TF: Você pretende voltar a viver em Volta Redonda futuramente?
 Giovani: Estoumorando no Rio, por que sou mais uma vítima de uma falta de políticas públicasde desenvolvimento. 
Volta Redonda não tem trabalho para quem sequalifica. 
Mas mantenho minhas relações em Volta Redonda. Vou todos os fins de semana,  minha residência, empresa e meusamigos estão aí, e, sou filiado a um partido político daí. 
Minha estadano Rio é apenas para sobrevivência profissional e por que aqui tenhomais estrutura para estudar.

Discurso da semana:

Posted by Alex Alves on sexta-feira, 9 de julho de 2010 , under , , , | comentários (0)




(..) "Boechat, afirma que Neto gastou R$ 190.000,00 com empresas de comunicação e R$ 140.000,00 com o Voltaço. Não precisa dizer mais nada.Só espero que o Ministério Público olhe esse "empenho" todo com mais carinho.
É, Neto, estamos de olho. Se liga, prefeito!"
(...)

Giovani Miguez

Discurso da Semana

Posted by Alex Alves on domingo, 23 de maio de 2010 , under , , , , | comentários (0)




Divulgação
Giovana Damaceno
 (...) "A quantidade de conteúdo descartável que encontramos na internet, porexemplo, ultrapassa os limites do aceitável, exatamente porque todomundo pode produzir o que quiser. Isso é bom do ponto de vista dainclusão. Porém, na mesma linha estão os que leem, absorvem, passamadiante, utilizam esses dados em trabalhos de pesquisa, reproduzem emseus próprios sites e blogs, e assim a democratização da notícia vai setransformando num emaranhado de conteúdo inútil sem fim". (...)

Giovana Damaceno  
em entrevista ao site Cláudio Alcântara

Tablóide Fluminense entrevista : Pedro Albeirice

Posted by Alex Alves on quarta-feira, 14 de abril de 2010 , under , , | comentários (9)






  Pedro Albeirice da Rocha ficou conhecido na cidade de Volta Redonda devido a sua participação constante na comunidade Volta Redonda - RJ  (36.254 membros) no orkut.  Conhecido pelas suas teorias de unificações de cidades e sua luta anti-bairrista, "Alb", como foi apelidado, tornou-se uma lenda da internet local. E, mesmo após dois anos de sua expulsão, seu nome continua a ser uma referência em muitos assuntos, na mesma comunidade.
Nesta entrevista  descontraída, você irá conhecer o ser humano por trás de todas essas teorias.
TF: Idade e profissão?
Albeirice:  50 anos
Professor universOtário, com 'o' mesmo, rsssss (brincadeira)
Sou formado em Letras, parte do curso na SOBEU (hoje - ubm), parte na Dom André Arcoverde, em Valença. O sul fluminense é tudo pra mim e planejo anos um livro de memórias a respeito.
TF: Apesar de não viver em Volta Redonda , a alguns anos, você se tornou um participante assíduo da Comunidade no orkut. .Seria por saudade?
Albeirice:   Utilizando um clichê, eu deixei VOLTA REDONDA, mas Volta Redonda não me deixou. Ela não é 'apenas um retrato na parede'. Tenho nove  irmãos que moram em VR, na Ponte Alta, 249. Aliás, na Ponte Alta moram meus pais, vivos, graças a Deus.
TF: Como surgiram a suas teorias, tão repercutidas na comunidade de VR?
Albeirice: Não sei se são teorias. Desde adolescente, sou apaixonado por Volta Redonda, capital da região e por "TODA A REGIÃO".
Linda ,cheia de montanhas, de serras maravilhosas e também de muito progresso.
Sou contra hostilidades entre voltarredondenses e barramansenses, acho primitivo. Então, para combater isso, exagero nos tópicos, proponho a unificação das duas cidades, isso mexe com a cabeça das pessoas preconceituosas, gosto de fazer isso. O resultado na comu orkutiana VOLTA REDONDA foi minha expulsão, é pecado defender o amor entre barramansenses e voltarredondenses para aquelas pessoas. Acham bonito falar mal de Barra Mansa.
 Problemas tanto VR quanto BM os têm. Devemos muito a Barra Mansa. Acho que devemos respeito, carinho, mas o pessoal interpreta mal. As duas cidades podem e devem crescer como boas vizinhas, com lutas comuns.
 Se os voltarredondenses visitassem mais BM, sem preconceito, iriam descobrir pessoas maravilhosas, com um jeito mais tranquilo, pois BM é altamente industrializada, mas existe a ruralidade, aspecto que mal existe em VR. Que se acha a cosmopolita, mas tem muito de interiorana.

TF: Qual é a diferença do "Alb" que virou lenda na internet, para o Professor Albeirice de verdade. Tem muita diferença?
Albeirice: Mário de Andrade dizia: "eu sou trezentos, sou trezentos e cinquenta, mas um dia toparei comigo mesmo"
as alteridades.
Quando você põe a mão direita no espelho, verifica que quem está é canhoto.
Rimbaud dizia 'Je est un autre', ou seja, EU É UM OUTRO (não é EU SOU UM OUTRO, é EU É UM OUTRO.
Sou uma pluralidade, como quase todos.


Mas, o Alb do orkut reage aos preconceitos propondo coisas aparentemente absurdas. Técnica que remete ao realismo mágico da literatura, a Murilo Rubião,Garcia Marquez,  Dias Gomes.
Por exemplo, se alguém fomenta o bairrismo antibarramansense (idiota, hostil), eu contra-ataco com a defesa da unificação das cidades. Sei que é inviável politicamente, mas quem o tópiclo fica revoltado com a simples menção da ideia e pede minha cabeça.
A Moderação da comu VOLTA REDONDA obedece, porque não quer se incomodar.Eu
defendo a liberdade de opinião. Mas, tem gente na comu (não estou citando nomes), tem até jornalista que parece não entender a importãncia da liberdade de opinião (repito, não estou citando nomes).
O Alb é doce, mas é por vezes irônico. Sou um professor apaixonado por literatura. Graças a Deus e á empatia, fui eleito coordenador de curso, diretor de campus e fui pró-reitor de assuntos estudantis da Universidade Federal do Tocantins. Sou poeta, contista. Fui membro do Grêmio de Autores Novos, GLAN, de VR, fundei associação de escritores no Sul (Chapecó), sou pai de três filhos e um homem religioso (adventista do sétimo dia).


Na comunidade, proponho tópicos que fazem pensar, polêmicos. Quando falo que o aeroporto de VR vai ficar em Piraí, quando digo que a Cicuta fica dentro de BM (quase toda), ao afirmar que o UBM CICUTA fica EM BARRA MANSA, eu chamo a atenção para a territorialidade voltarredondense. Pra minar um pouco o orgulho bairrista, temos que cair na real. Temos muito do que orgulhar, mas temos problemas também.

Atacar Barra Mansa não pode, a meu ver, funcionar como catarse para nós. Temos que respeitar, conviver e crescer juntos.
Qual o crime? Não sei, pergunte aos moderadores da comu que DOIS ANOS ignoram meus apelos de volta à comu.




TF: Você tem pretensões políticas em Volta Redonda?


Albeirice: Sou filiado ao PARTIDO VERDE, gosto de política universitária, tanto que cheguei ao staff maior da Universidade Federal do Tocantins,que tem dez mil alunos. Pertenci ao seu Conselho Superior Universitário, inclusive.

TF: Gostaria que você deixasse um recado específico destinado a comunidade de Volta Redonda no orkut e seus respectivos moderadores ativos: Anselmo, Bárbara e Marshelle.
os encontrou pessoalmente? Se os encontrasse pessoalmente, o que diria ?

Albeirice: Se eu encontrasse os moderadores da comu, primeiramente eu iria dar um sorriso e um abraço apertado de voltarredondense pra voltarredondense. E iria pedir desculpas, até emocionado, se alguém dia eu os feri nalgum embate intelectual.
Com toda sinceridade, o que eu digo a eles é que os respeito e peço, encarecidamente, que coloquem a mão na consciência, que a ficha deles caia.
Estão punindo um conterrâneo somente porque ele defende respeito e carinho para com os barramansenses, isto não é crime. E porque proponho polêmicas. Ora, na democracia, a polemica é salutar. Na discussão, as pessoas crescem.

E eu iria dizer-lhes que JAMAIS iria censurá-los. A democracia não pode prescindir da liberdade de opinião.


"Fico feliz por ser chamado de A LENDA DA COMUNIDADE DE  VOLTA REDONDA. dois anos expulso, sou citado sempre..."(Alb)